Ponto de Escada, hoje, às 11h50. Quase 1 hora e 1/2 esperando o ônibus para o Campo Grande; e ele chegou - quer dizer, passou ao largo, ignorando as pessoas que fizeram sinal para parar.
Número de Ordem 4859.
Esperemos que a Empresa dê um puxão de orelha nesse motorista. Metaforicamente falando é claro.
domingo, 27 de setembro de 2009
PRAIA GRANDE - Assim não dá!
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quinta-feira, 24 de setembro de 2009
A Árvore dos Mamulengos

Raul Seixas – Espaço Cultural, até 03 de outubro, sextas e sábados, 20h.
Endereço: Av. Sete de Setembro, 1.001 - Mercês
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Salvadorcard EAD


Bom, isso é uma longa, longa história. Remonta desde 2005, quando o 3o. Grupo EAD/PROUNI Letras/Pedagogia, de uma determinada faculdade considerou uma afronta discriminativa aos direitos humanos e à legitimidade estudantil.
Originou-se Abaixos-Assinados e liminares para alunos PROUNI.Todos foram envolvidos na luta pela aquisição do Salvadorcard que foi com muita luta, conseguido.
Ocorre que essa Liminar apenas serviria para esse Grupo de estudantes universitários que se graduariam em 2008; isso aconteceu em Março de 2009, por conta de tantos feriados e greves. Com mais um tempo de margem de espera, o Salvadorcard foi suspenso ...
Entretanto, o Salvadorcard NÃO foi retirado, simplesmente porque NÃO EXISTIA para o EAD. Ele foi conseguido a duras penas pelo Grupo 3 PROUNI de uma faculdade que prefiro não revelar o nome, em 2006.
Na época, a Camara seja de Vereadores ou Deputados, não se posicionou apesar dos pedidos e de documentação enviada. Quem tomou a frente para conseguir essa direito foi o Presidente Lula, para quem também foram enviados abaixo-assinados,cartas,oficios...Um ofício enviado ao MEC, e o Governador Jacques Wagner. A Prefeitura ficou em silencio, absolutamente omissa.
Portanto, sem oba-oba, sem mídia e sem politicagem, alunos EAD PROUNI,fizeram respeitar seus direitos estudantis e constitucionais. Digo, Grupo 3, porque apesar de haver outros, eles se recusaram a entrar nessa 'briga' com a faculdade e o SETPS, coisa que beneficiariam a todos - inclusive à eles, posteriormente.
Logicamente que retirei desses prints, números de processos, nomes e entidades, já que o problema foi resolvido com o acato da faculdade, ao MEC e as leis.Não seria ético colocar aqui dados que poderiam ser ventilados erroneamente. Os nomes dos alunos - em torno de 300, também foram suprimidos, já que não tenho autorização para propagá-los.
Contudo, ficam os agradecimentos a todos que contribuiram para que esse Grupo conseguissem vencer na Justiça:
Alunos Grupo 3 Letras/Pedagogia 2005.
Presidente Luis Inácio
Ministério Público Estadual e Federal
SAJ
MEC
Pessoas amigas
Como podem sentir, a 'briga' foi feia!...
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III FESMAN - adiado

Por vários motivos, inclusive de falta de tempo hábil para coordenação para tantos países e seus respectivos grupos de artes envolvidos nesse evento, o III Fesman agora caminha para reorganizar atuações, e conseguir apoio não apenas politico, assim como, financeiro, principalmente.
Todos continuam trabalhando para fortificar esse evento fantástico.
para maiores informações nos contatem na AFRICA 900 - Rua Carlos Gomes, em frente à Casa do Teatro Popular.
***clique no titulo da postagem para ouvir a chamada.
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Professor Eduardo de Oliveira

“Hino à Negritude”, criado pelo poeta e professor Eduardo de Oliveira,fundador e presidente do Congresso Nacional Afro-Brasileiro (CNAB) .
BESOURO - O Filme




Um pedido especial -
Por favor valorize nossa prata da casa - Não disponibilize esse torrent/filme para download na net. Vamos lutar e trabalhar para que haja mais filmes como esse!
***clique no título da postagem para assistir o clip.
Residente Evil 5 - Racista?


A polêmica gira em torno desse jogo recém lançado da CAPCOM - Residente Evil 5, tido por muitos como um game preconceituoso e racista.
Julgue voce mesmo
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Os Maias - México

Cenote Sagrado
A civilização maia foi uma cultura mesoamericana pré-colombiana, com uma rica história de 3000 anos. Contrariando a crença popular, o povo maia nunca "desapareceu", pois milhões ainda vivem na mesma região e muitos deles ainda falam alguns dialetos da língua original.
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segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Yalorisà Mãe Hilda de Jitolu

MÃE HILDA DE JITOLU - Yalorisà Jeje
6 de Janeiro de 1923 / 19 de Setembro de 2009.
HINO DOS NEGROS (Hino à Negritude - Cântico à Africanidade Brasileira)
I
Sob o céu cor de anil das Américas
Hoje se ergue um soberbo perfil
É uma imagem de luz
Que em verdade traduz
A história do negro no Brasil
Este povo em passadas intrépidas
Entre os povos valentes se impôs
Com a fúria dos leões
Rebentando grilhões
Aos tiranos se contrapôs
Ergue a tocha no alto da glória
Quem, herói, nos combates, se fez
Pois que as páginas da História
São galardões aos negros de altivez
(bis)
II
Levantado no topo dos séculos
Mil batalhas viris sustentou
Este povo imortal
Que não encontra rival
Na trilha que o amor lh destinou
Belo e forte na tez cor de ébano
Só lutando se sente feliz
Brasileiro de escol
Luta de sol a solenidades
Para o bem de nosso país
Ergue a tocha no alto da glória
Quem, horoi, nos combates, se fez
Pois que as páginas da História
São galardões aos negros de altivez
(bis)
III
Dos Palmares os feitos históricos
São exemplos da eterna lição
Que no solo Tupi
Nos legara Zumbi
Sonhando com a libertação
Sendo filho também da Mãe-África
Arunda dos deuses da paz
No Brasil, este Axé
Que nos mantém de pé
Vem da força dos Orixás
Ergue a tocha no alto da glória
Quem, herói, nos combates, se fez
Pois que as páginas da História
São galardões aos negros de altivez
(bis)
IV
Que saibamos guardar estes símbolos
De um passado de heróico labor
todos numa só voz
Bradam nossos avós
Viver é lutar com destemor
Para frente marchemos impávidos
Que a vitória nos há de sorrir
Cidadãs, cidadãos
Somos todos irmãos
Conquistando o melhor por vir
Ergue a tocha no alto da glória
Quem, herói, nos combates, se fez
Pois que as páginas da História
São Galardões aos negros de altivez.
“Hino à Negritude”, criado pelo poeta e professor Eduardo de Oliveira, fundador e presidente do Congresso Nacional Afro-Brasileiro (CNAB) .
....... ............. .......... ............
Suburbio Ferrovário de Salvador, berço de muitas revoltas escravas, onde começou a luta pela Independencia da Bahia e consequentemente do Brasil, onde é predominantemente negro por seu povo.
A Independencia foi e ainda é um grande fiasco, mas não nossa esperança, nossa força e nossa resistência. Africa agora está mais frágil - uma filha dileta se foi...E eu não a queria estrela: eu a queria tocha para caminhos de muitos.
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Raça de Ratos!

Ah! Tão cruéis Oh, que raça de ratos! Oh, que raça de ratos Esta é a raça dos ratos Alguns para o bem, outros bastardos Alguns mascarados Oh, que raça de ratos, raça de ratos Alguns monstruosos, alguns bandidos Alguns provocadores Nesta raça de ratos, sim! Raça de ratos Estou cantando... Quando o gato não está os ratos dançam A violência politica enche a cidade Sim! Tirem os Rastas de suas bocas! Os rastas não trabalham para a C.I.A. Raça de ratos, raça de ratos, raça de ratos Quando pensamos que tudo está em paz e a comunidade segura, Vem a desgraça repentina Sim! Não esqueçam a história de voces,Conheçam seu destino, quando a agua é abundante o estupido morre de sede Corrida de ratos, corrida de ratos, corrida de ratos Oh, é uma desgraça ver a raça humana em uma raça de ratos, raça de ratos.
Tem a raça dos cavalos Tem a raça dos cães Tem a raça dos homens
Mas esta é uma raça de ratos, raça de ratos!
Tradução da música Rat Race de Robert Nesta Marley
Pesquisador ou “Araponga” – os limites da ética antropológica
A responsabilidade de um pesquisador que atua junto à coletividade precisa ser pautada por um processo de conduta ética e divulgação sincera sobre seus encaminhamentos de estudo no trato da abordagem com as comunidades e seus indivíduos. Com maior cuidado deveria ainda, nos encaminhamentos de conflitos por divergências de posições dos agentes sociais envolvidos, exercer a neutralidade necessária e ética, procedimento irrevogável a um pesquisador.
Usar o coletivo ou o indivíduo de uma comunidade sem fornecer claras informações dos objetivos do estudo que promove, principalmente para um antropólogo, é revogar a legitimidade da pesquisa; é criar ou perpetuar paradigmas de velhas formulações acadêmicas para as justificativas de sempre, pautadas em velhos preconceitos.
No Brasil as mudanças significativas ocorrem sempre a passos lentos e muito curtos, e diretamente os resultados não alteraram em valor os percentuais e volumes dos índices negativos humanos, econômicos e sociais, principalmente aos herdeiros que historicamente foram explorados pelo modelo escravista.
Por isso, nós do quilombo Pedra do Sal somos favoráveis às cotas. Incoerente seria não sermos! Somos a favor dos mecanismos de entrada diferenciada nas searas privilegiadas do Estado e da Sociedade daqueles a quem historicamente os modelos adotados pelas elites impuseram a exclusão.
Os herdeiros desses modelos, promotores da imobilidade, que nos deixaram de herança frases como “façamos a revolução antes que o povo a faça” e “questão social é caso de polícia” sofisticaram a manutenção dessa ferramenta da imobilidade.
Nas universidades públicas, onde os filhos das elites (de herança do velho status oligárquico ou burguês) ainda são maioria, esses paradigmas são reproduzidos; segundo os “guardiões” de um pensamento conservador, qualquer alternativa quantitativa de acesso dos mais pobres e excluídos historicamente é rejeitada, julgando que o qualitativo seria depreciado.
Não nos enganamos: as elites brasileiras perversamente nos vendem como coletivo para terem como indivíduos o eterno lugar ao sol. Seus discursos ao longo da história são renovadores para essa manutenção do status. Quando temos discernimento, nos são reveladores e assustadores o caos que presenciamos. Aí caímos em nós e acreditamos ter algo de fato a combater!
Num de seus artigos para o jornal O Globo e Estado de São Paulo, no ano de 2007, o filósofo Denis Lerrer Rosenfield, disse que nós quilombolas da Pedra do Sal “éramos mais nocivos à comunidade portuária do Morro da Conceição que os traficantes de droga da região”. Isso está registrado! Esse mesmo filósofo da UFRG, acadêmico de renome, é por vezes citado por seus pares em posição de argumentos que nos agride. Legitimado pelos seus, disse essa bobagem e ficou impune. Ele deferiu seu rancor conservadorista a trabalhadores e cidadãos de bem (no coletivo da comunidade organizada da Pedra do Sal não tem bandido).
É essa elite que não quer ver preto na universidade pública e nem quilombos titulados, e que com certeza parabeniza esse fascista. Para racistas somos racistas. Não estamos aqui para darmos a outra face. E também não acreditamos no “Franciscanismo abnegado” para mídia, desses “bons samaritanos”!
Neste momento, nós quilombolas da Pedra do Sal estamos diante de uma propaganda negativa a respeito de nossa identidade. Ela é silenciosa e perversa e já vem se desenrolando há algum tempo nos porões de uma militância cultural na região, que tem por interesse a posse do projeto de revitalização da área portuária. Falam de um tal de “Porto Cultural”, não seria um oPortunismo cultural? Eles se mobilizam na construção de evento “na Pedra do Sal”, espaço de afirmação de nossa identidade, como se nós não existíssemos; usam da nossa identidade, mas negam nossa existência e militância. Usam do poder econômico, que nós não temos, e uma relação de subserviência com o poder público no interesse de manutenção de verba, mesmo contra interesses das comunidades que na região existem.
Essas instituições “filantrópicas” são mantidas pelo erário público, detentores de projetos pela inclusão que mais parecem saídos do filme “Quanto vale ou é por quilo?” Vejam quantos empresários da miséria existem nesses projetos?... galinha dos ovos de ouro!
Nosso reconhecimento por comunidade de quilombo urbano é considerado, pelos que nos acusam de aproveitadores, uma irresponsabilidade da Fundação Cultural Palmares. Foi expresso oficialmente pela FCP que não houve ilegalidade na formulação desse procedimento de certificação da Comunidade Pedra do Sal. Isto é fato. Mas somos combativos e sabemos usar os mecanismos políticos e jurídicos como deve ser princípio de todo e qualquer cidadão bem formado e informado. Nos acusam por isso. Obrigado.
Nos querem submetidos e omissos. Essa é a melhor forma de nos dominar. Como eles conseguem pôr na boca de alguns que por aqui moram (e se constituíram alienados ao seu espaço e cultura) o que bem entendem, dizem que somos isolados. Não somos isolados. Somos, sim, combatidos por essa manipulação daqueles que têm poder de mídia e poder econômico na região. O silêncio nos é arma e estratégia. Já esclarece o ditado “quem fala demais...”
No 32° Encontro Anual da ANPOCS, no Grupo de Trabalho de número 1 (GT1) uma doutoranda de antropologia da UFRJ nos abordou como tema, e disse estar utilizando como objeto de pesquisa o “aparecimento” do quilombo Pedra do Sal. Criticou o relatório histórico antropológico feito por pesquisadores da UFF, por demanda administrativa do INCRA. Sobre isso não nos compete falar. Essa competência de discussão do relatório é das pesquisadoras da UFF e do próprio INCRA que as contratou por demanda do processo de titulação. Nós, comunidade, já prestamos nosso papel: quando solicitadas entrevistas e amostras da comunidade, nos pusemos à disposição.
Entretanto, para nós, quilombolas da Pedra do Sal, foi leviana a postura dessa doutoranda em antropologia da UFRJ, pois nos usou como tema sem nos consultar e divulgou, sem nosso conhecimento prévio, dúvidas sobre nossa identidade quilombola, citando-nos de forma pejorativa: “por evasivo e liderança - que ela não identificou – sem nome e sem identidade profissional e cidadã”. Como se fossemos marginais!
Não há uma citação ao nome da liderança quilombola, mais expressiva da região, o Portuário Damião Braga, em seu texto apresentado nesse encontro; porém, ao coordenador da VOT são dados nome, sobrenome e nacionalidade – pois chefe se trata com respeito!
Foi assim também nos autos do processo que motivou nossa veemente divergência com a VOT a partir de 2004. Essa instituição religiosa franciscana e seus representantes, mesmo tendo conhecimento do nome do portuário quilombola Damião Braga, se dirigia a sua pessoa, em seus argumentos processuais, pelo pejorativo “Damião de Tal”. E o pior é que a Justiça do Estado do Rio de Janeiro não questionou o fato. A identidade étnica afrodescendente do Portuário Damião Braga, foi arrolada por argumento seu ao processo reintegração de posse em que era réu contra a VOT, ao denunciar preconceitos históricos secular na região, mas mesmo assim a disposição pejorativa a direção de sua pessoa nunca foi argumento particularizado no processo por falta grave, mesmo pelo MPF de forma veemente. Ainda esperamos essa retratação!
Caso soubéssemos e tivéssemos consciência da pesquisa da doutoranda em Antropologia poderíamos até rever situações de apresentação de nossas falas (apesar do momento delicado provocado pelos ataques que sofremos em 2007 pelos representantes e contratados da VOT em suas instalações escolares na região, acusando-nos para o povo local de que queríamos acabar com elas – as escolas), não por obrigação, mas por gentileza, caso fossemos devida e francamente abordados.
Mas o que ocorreu foi uma aproximação dissimulada, por parte da doutoranda em Antropologia. Sua postura foi tão leviana, que só soubemos de sua proposta de pesquisa vasculhando a Internet. Em nenhum momento ela se propôs dizer o que de fato fazia quando aprecia esporadicamente aos nossos olhos. O velho S N I fez escola na academia.
Essa pesquisadora presta serviços à Revista Batucada Brasileira – instituição do IBB, patrocinado pela Petrobras e de posição contrária ao quilombo Pedra do Sal. Esta instituição, que adotamos recíproca indiferença, recebeu o Presidente da FCP, Sr Zulu Araújo (gestor público de responsabilidade na preservação de patrimônio e nossas matrizes afrodescendente / gestor da instituição que nos reconhece) nesse primeiro semestre de 2009, para pedir parceria num projeto de revitalização arquitetônica em nome do Afoxé Filhos de Gandhi da Cidade do Rio de Janeiro (que não é, como deveria ser, o proponente desse pedido). Por que não o Gandhi, na sua legitimidade cultural não é o agente ativo de suas demandas? Por que essa transferência?
Essa doutoranda já foi vista na região acompanhando atividades realizadas para VOT, quando disse a terceiros ser apenas amiga de um contratado da instituição (achamos que um fotógrafo). A nossa primeira fala foi da necessidade de neutralidade do pesquisador; depois da dissimulação, que depõe contra a legitimidade de conduta do pesquisador e condução da pesquisa! O recado foi dado. Como não fomos nominalmente citados pela pesquisadora estamos devolvendo na mesma moeda sua indelicadeza, não lhe citando o nome e nem sobrenome. Que fique bem claro e público, com essa não queremos conversa!
Não temos mais o que discutir! Falem o que quiserem. Responderemos com Luta!
ARQPEDRA
Usar o coletivo ou o indivíduo de uma comunidade sem fornecer claras informações dos objetivos do estudo que promove, principalmente para um antropólogo, é revogar a legitimidade da pesquisa; é criar ou perpetuar paradigmas de velhas formulações acadêmicas para as justificativas de sempre, pautadas em velhos preconceitos.
No Brasil as mudanças significativas ocorrem sempre a passos lentos e muito curtos, e diretamente os resultados não alteraram em valor os percentuais e volumes dos índices negativos humanos, econômicos e sociais, principalmente aos herdeiros que historicamente foram explorados pelo modelo escravista.
Por isso, nós do quilombo Pedra do Sal somos favoráveis às cotas. Incoerente seria não sermos! Somos a favor dos mecanismos de entrada diferenciada nas searas privilegiadas do Estado e da Sociedade daqueles a quem historicamente os modelos adotados pelas elites impuseram a exclusão.
Os herdeiros desses modelos, promotores da imobilidade, que nos deixaram de herança frases como “façamos a revolução antes que o povo a faça” e “questão social é caso de polícia” sofisticaram a manutenção dessa ferramenta da imobilidade.
Nas universidades públicas, onde os filhos das elites (de herança do velho status oligárquico ou burguês) ainda são maioria, esses paradigmas são reproduzidos; segundo os “guardiões” de um pensamento conservador, qualquer alternativa quantitativa de acesso dos mais pobres e excluídos historicamente é rejeitada, julgando que o qualitativo seria depreciado.
Não nos enganamos: as elites brasileiras perversamente nos vendem como coletivo para terem como indivíduos o eterno lugar ao sol. Seus discursos ao longo da história são renovadores para essa manutenção do status. Quando temos discernimento, nos são reveladores e assustadores o caos que presenciamos. Aí caímos em nós e acreditamos ter algo de fato a combater!
Num de seus artigos para o jornal O Globo e Estado de São Paulo, no ano de 2007, o filósofo Denis Lerrer Rosenfield, disse que nós quilombolas da Pedra do Sal “éramos mais nocivos à comunidade portuária do Morro da Conceição que os traficantes de droga da região”. Isso está registrado! Esse mesmo filósofo da UFRG, acadêmico de renome, é por vezes citado por seus pares em posição de argumentos que nos agride. Legitimado pelos seus, disse essa bobagem e ficou impune. Ele deferiu seu rancor conservadorista a trabalhadores e cidadãos de bem (no coletivo da comunidade organizada da Pedra do Sal não tem bandido).
É essa elite que não quer ver preto na universidade pública e nem quilombos titulados, e que com certeza parabeniza esse fascista. Para racistas somos racistas. Não estamos aqui para darmos a outra face. E também não acreditamos no “Franciscanismo abnegado” para mídia, desses “bons samaritanos”!
Neste momento, nós quilombolas da Pedra do Sal estamos diante de uma propaganda negativa a respeito de nossa identidade. Ela é silenciosa e perversa e já vem se desenrolando há algum tempo nos porões de uma militância cultural na região, que tem por interesse a posse do projeto de revitalização da área portuária. Falam de um tal de “Porto Cultural”, não seria um oPortunismo cultural? Eles se mobilizam na construção de evento “na Pedra do Sal”, espaço de afirmação de nossa identidade, como se nós não existíssemos; usam da nossa identidade, mas negam nossa existência e militância. Usam do poder econômico, que nós não temos, e uma relação de subserviência com o poder público no interesse de manutenção de verba, mesmo contra interesses das comunidades que na região existem.
Essas instituições “filantrópicas” são mantidas pelo erário público, detentores de projetos pela inclusão que mais parecem saídos do filme “Quanto vale ou é por quilo?” Vejam quantos empresários da miséria existem nesses projetos?... galinha dos ovos de ouro!
Nosso reconhecimento por comunidade de quilombo urbano é considerado, pelos que nos acusam de aproveitadores, uma irresponsabilidade da Fundação Cultural Palmares. Foi expresso oficialmente pela FCP que não houve ilegalidade na formulação desse procedimento de certificação da Comunidade Pedra do Sal. Isto é fato. Mas somos combativos e sabemos usar os mecanismos políticos e jurídicos como deve ser princípio de todo e qualquer cidadão bem formado e informado. Nos acusam por isso. Obrigado.
Nos querem submetidos e omissos. Essa é a melhor forma de nos dominar. Como eles conseguem pôr na boca de alguns que por aqui moram (e se constituíram alienados ao seu espaço e cultura) o que bem entendem, dizem que somos isolados. Não somos isolados. Somos, sim, combatidos por essa manipulação daqueles que têm poder de mídia e poder econômico na região. O silêncio nos é arma e estratégia. Já esclarece o ditado “quem fala demais...”
No 32° Encontro Anual da ANPOCS, no Grupo de Trabalho de número 1 (GT1) uma doutoranda de antropologia da UFRJ nos abordou como tema, e disse estar utilizando como objeto de pesquisa o “aparecimento” do quilombo Pedra do Sal. Criticou o relatório histórico antropológico feito por pesquisadores da UFF, por demanda administrativa do INCRA. Sobre isso não nos compete falar. Essa competência de discussão do relatório é das pesquisadoras da UFF e do próprio INCRA que as contratou por demanda do processo de titulação. Nós, comunidade, já prestamos nosso papel: quando solicitadas entrevistas e amostras da comunidade, nos pusemos à disposição.
Entretanto, para nós, quilombolas da Pedra do Sal, foi leviana a postura dessa doutoranda em antropologia da UFRJ, pois nos usou como tema sem nos consultar e divulgou, sem nosso conhecimento prévio, dúvidas sobre nossa identidade quilombola, citando-nos de forma pejorativa: “por evasivo e liderança - que ela não identificou – sem nome e sem identidade profissional e cidadã”. Como se fossemos marginais!
Não há uma citação ao nome da liderança quilombola, mais expressiva da região, o Portuário Damião Braga, em seu texto apresentado nesse encontro; porém, ao coordenador da VOT são dados nome, sobrenome e nacionalidade – pois chefe se trata com respeito!
Foi assim também nos autos do processo que motivou nossa veemente divergência com a VOT a partir de 2004. Essa instituição religiosa franciscana e seus representantes, mesmo tendo conhecimento do nome do portuário quilombola Damião Braga, se dirigia a sua pessoa, em seus argumentos processuais, pelo pejorativo “Damião de Tal”. E o pior é que a Justiça do Estado do Rio de Janeiro não questionou o fato. A identidade étnica afrodescendente do Portuário Damião Braga, foi arrolada por argumento seu ao processo reintegração de posse em que era réu contra a VOT, ao denunciar preconceitos históricos secular na região, mas mesmo assim a disposição pejorativa a direção de sua pessoa nunca foi argumento particularizado no processo por falta grave, mesmo pelo MPF de forma veemente. Ainda esperamos essa retratação!
Caso soubéssemos e tivéssemos consciência da pesquisa da doutoranda em Antropologia poderíamos até rever situações de apresentação de nossas falas (apesar do momento delicado provocado pelos ataques que sofremos em 2007 pelos representantes e contratados da VOT em suas instalações escolares na região, acusando-nos para o povo local de que queríamos acabar com elas – as escolas), não por obrigação, mas por gentileza, caso fossemos devida e francamente abordados.
Mas o que ocorreu foi uma aproximação dissimulada, por parte da doutoranda em Antropologia. Sua postura foi tão leviana, que só soubemos de sua proposta de pesquisa vasculhando a Internet. Em nenhum momento ela se propôs dizer o que de fato fazia quando aprecia esporadicamente aos nossos olhos. O velho S N I fez escola na academia.
Essa pesquisadora presta serviços à Revista Batucada Brasileira – instituição do IBB, patrocinado pela Petrobras e de posição contrária ao quilombo Pedra do Sal. Esta instituição, que adotamos recíproca indiferença, recebeu o Presidente da FCP, Sr Zulu Araújo (gestor público de responsabilidade na preservação de patrimônio e nossas matrizes afrodescendente / gestor da instituição que nos reconhece) nesse primeiro semestre de 2009, para pedir parceria num projeto de revitalização arquitetônica em nome do Afoxé Filhos de Gandhi da Cidade do Rio de Janeiro (que não é, como deveria ser, o proponente desse pedido). Por que não o Gandhi, na sua legitimidade cultural não é o agente ativo de suas demandas? Por que essa transferência?
Essa doutoranda já foi vista na região acompanhando atividades realizadas para VOT, quando disse a terceiros ser apenas amiga de um contratado da instituição (achamos que um fotógrafo). A nossa primeira fala foi da necessidade de neutralidade do pesquisador; depois da dissimulação, que depõe contra a legitimidade de conduta do pesquisador e condução da pesquisa! O recado foi dado. Como não fomos nominalmente citados pela pesquisadora estamos devolvendo na mesma moeda sua indelicadeza, não lhe citando o nome e nem sobrenome. Que fique bem claro e público, com essa não queremos conversa!
Não temos mais o que discutir! Falem o que quiserem. Responderemos com Luta!
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sábado, 19 de setembro de 2009
ABAIXO-ASSINADO GRUPO EAD
Precisamos que o Excelentíssimo Senhor Prefeito volte atrás. Estamos resistindo a tal atitude e buscando garantir o direito fundamental à educação de milhares de jovens, contamos com sua ajuda para juntos forçarmos o Prefeito a agir em conformidade COM OS PRECEITOS FUNDAMENTAIS DO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO, DA SOLIDARIEDADE SOCIAL E, ACIMA DE TUDO, DO DEVER DO ESTADO EM ZELAR PELA EDUCAÇÃO. ASSIM SENDO, NÓS, ABAIXO-ASSINADOS, NOS SOLIDARIZAMOS COM A CAUSA ACIMA CITADA E SOLICITAMOS QUE A PREFEITURA MUNICIPAL DE SALVADOR SUSPENDA ESSA PROIBIÇÃO DA UTILIZAÇÃO DO SALVADOR CARD POR PARTE DOS ESTUDANTES DE CURSO SUPERIOR À DISTÂNCIA.
Acesse, Assine e Repasse para Todos.
Fonte: MUNDO - http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/4974
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sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Fotografia

Anna Bella Geiger - Fotografia além da Fotografia (1972-2008) - A mostra reúne mais de 60 obras da artista plástica carioca, entre gravuras e objetos que têm a fotografia como base. Caixa Cultural Salvador – R. Carlos Gomes, 57, Centro (3421-4200). Terça a domingo, das 9h às 18h. Até 20 de setembro.
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A Violência da Mídia
(...)A mídia é um espaço público, as referências que nós temos para o debate público vêm dela. Além disso, a TV e o rádio são concessões públicas. Apesar de serem empresas privadas, estão usando o espaço eletromagnético, que é público. A sociedade tem que ter o direito de construir mecanismos regulatórios que tentem colocar a mídia numa perspectiva educativa, numa perspectiva pública, social, e não simplesmente mercadológica. ...
Professor Dennis de Oliveira
“Mídia, cultura e Violência - Leituras do Real e da Representação na Sociedade Midiatizada”
Hoje acontece o lançamento desse livro em São Paulo.
- Quando VOCE irá descobrir que é PATRÃO e não subordinado de muitas classes? Para aprender é preciso LER sobre tudo. Consciẽncia Polítizada não se consegue de um dia para o outro, nem é aquilo que querem enfiar por sua garganta abaixo. O Ser que aprende a ler e a interpretar textos, é um Ser livre.
Professor Dennis de Oliveira
“Mídia, cultura e Violência - Leituras do Real e da Representação na Sociedade Midiatizada”
Hoje acontece o lançamento desse livro em São Paulo.
- Quando VOCE irá descobrir que é PATRÃO e não subordinado de muitas classes? Para aprender é preciso LER sobre tudo. Consciẽncia Polítizada não se consegue de um dia para o outro, nem é aquilo que querem enfiar por sua garganta abaixo. O Ser que aprende a ler e a interpretar textos, é um Ser livre.
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Inscrições Abertas
O Levantamos - O Centro de Cooperação Afro-Brasileira- Americana está com inscrições abertas para dois dos projetos que desenvolve:
Solicitação de Parceria e Financiamento de Projeto - 2009
O programa visa financiar projetos voltados para a comunidade negra no estado da Bahia, cujo orçamento seja de até R$ 10.000,00. Serão aceitas as inscrições RECEBIDAS até dia 06 de novembro de 2009.
Estágio de Jovens nos Negócios - 2010
Os jovens selecionados para este programa farão estágio em empresas localizadas em Washington, D.C., Estados Unidos, durante o mês de julho de 2010. Serão aceitas as inscrições RECEBIDAS até dia 19 de janeiro de 2010.
Para maiores informações, visite o site: www.levantamos.org
Solicitação de Parceria e Financiamento de Projeto - 2009
O programa visa financiar projetos voltados para a comunidade negra no estado da Bahia, cujo orçamento seja de até R$ 10.000,00. Serão aceitas as inscrições RECEBIDAS até dia 06 de novembro de 2009.
Estágio de Jovens nos Negócios - 2010
Os jovens selecionados para este programa farão estágio em empresas localizadas em Washington, D.C., Estados Unidos, durante o mês de julho de 2010. Serão aceitas as inscrições RECEBIDAS até dia 19 de janeiro de 2010.
Para maiores informações, visite o site: www.levantamos.org
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UIPA processa Rede Globo
Os maltratos aos animas cometidos por Zeca Camargo no programa 'no limite' foi alvo de uma ação civil pública pelo MP cearense.
para coibir novos abusos e maus tratos, a emissora está proibida de gravar e veicular imagens de provas em que figurem animais nas próximas edições do “No Limite”, sob pena de pagar multa de R$ 50 mil por cada programa que desrespeite a determinação....
A Rede Globo como todos sabem - ou pelo menos deveria,além dos escândalos costumeiros, e das demonstrações de Racismo (que A Promotoria especial do MP tantou lutou e luta para enquadrá-la), agora resolveu fazer sessão de maltratos aos bichos.
Quem lembra do 'globo e voce tudo a ver'? esse mote foi criado por Sonia, conhecida no Alto da Sta.Cruz como 'Soninha bole-bole' ou 'Soninha mexe-mexe'.Sonia tinha uma capacidade fenomenal de mexer uma orelha de cada vez, uma nádega, o couro cabeludo. Fazia letras de músicas, poesias; tinha pessoas que diziam que ela era 'maluca' (bizarro esse maneira de desqualificar as pessoas simplesmente porque não alcançam a compreensão de seus feitos...).Sonia gastou muita sola de sapato e paciencia mas brigou na Justiça pelos seus direitos; anos depois a Globo foi condenada a tirar do ar o mote, mas eu não sei se Soninha recebeu algum dinheiro...qualquer dia desses vou procurá-la e trazer uma foto da verdadeira e única criadora que foi subtraida de sua obra por um promoter ...
http://brasiliamaranhao.wordpress.com/2009/09/16/tv-globo-e-condenada-por-maltratar-animais/
para coibir novos abusos e maus tratos, a emissora está proibida de gravar e veicular imagens de provas em que figurem animais nas próximas edições do “No Limite”, sob pena de pagar multa de R$ 50 mil por cada programa que desrespeite a determinação....
A Rede Globo como todos sabem - ou pelo menos deveria,além dos escândalos costumeiros, e das demonstrações de Racismo (que A Promotoria especial do MP tantou lutou e luta para enquadrá-la), agora resolveu fazer sessão de maltratos aos bichos.
Quem lembra do 'globo e voce tudo a ver'? esse mote foi criado por Sonia, conhecida no Alto da Sta.Cruz como 'Soninha bole-bole' ou 'Soninha mexe-mexe'.Sonia tinha uma capacidade fenomenal de mexer uma orelha de cada vez, uma nádega, o couro cabeludo. Fazia letras de músicas, poesias; tinha pessoas que diziam que ela era 'maluca' (bizarro esse maneira de desqualificar as pessoas simplesmente porque não alcançam a compreensão de seus feitos...).Sonia gastou muita sola de sapato e paciencia mas brigou na Justiça pelos seus direitos; anos depois a Globo foi condenada a tirar do ar o mote, mas eu não sei se Soninha recebeu algum dinheiro...qualquer dia desses vou procurá-la e trazer uma foto da verdadeira e única criadora que foi subtraida de sua obra por um promoter ...
http://brasiliamaranhao.wordpress.com/2009/09/16/tv-globo-e-condenada-por-maltratar-animais/
Costa confirma proibição à Anatel de fechar emissoras ilegais sem sua autorização
Por Lúcia Berbert
17 de setembro de 2009
O ministro das Comunicações, Hélio Costa, confirmou a proibição imposta à Anatel de interromper e lacrar qualquer emissora de rádio e TV (seja comercial ou comunitária) que esteja atuando irregularmente, antes de ouvir o ministério. A decisão foi divulgada com exclusividade pelo Tele.Síntese Análise, na última sexta-feira.
Segundo Costa, essa determinação está prevista no artigo 63 do Código Brasileiro de Radiodifusão, que prevê a necessidade da consulta ao antigo Contel (Conselho Nacional de Telecomunicações), que já foi extinto. No ofício, enviado dia 29 de julho à agência, ele alega que o Ministério das Comunicações é o órgão sucessor do conselho.
...O órgão que ficará responsável pela análise das irregularidades encontradas pela fiscalização da Anatel é o Departamento de Acompanhamento e Avaliação de Serviços de Comunicação Eletrônica
(DEAA), do Minicom.
http://www.mc.gov.br/
????????????????????????????E A AUTONOMIA DA ANATEL COMO FICA?
Por Lúcia Berbert
17 de setembro de 2009
O ministro das Comunicações, Hélio Costa, confirmou a proibição imposta à Anatel de interromper e lacrar qualquer emissora de rádio e TV (seja comercial ou comunitária) que esteja atuando irregularmente, antes de ouvir o ministério. A decisão foi divulgada com exclusividade pelo Tele.Síntese Análise, na última sexta-feira.
Segundo Costa, essa determinação está prevista no artigo 63 do Código Brasileiro de Radiodifusão, que prevê a necessidade da consulta ao antigo Contel (Conselho Nacional de Telecomunicações), que já foi extinto. No ofício, enviado dia 29 de julho à agência, ele alega que o Ministério das Comunicações é o órgão sucessor do conselho.
...O órgão que ficará responsável pela análise das irregularidades encontradas pela fiscalização da Anatel é o Departamento de Acompanhamento e Avaliação de Serviços de Comunicação Eletrônica
(DEAA), do Minicom.
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I Festival de Teatro do Subúrbio
Até 20 de Setembro, em Plataforma, o I Festival de Teatro do Subúrbio com Tema Teatro Negro.
As apresentações acontecerão na Praça São Brás e no Centro Cultural Plataforma, as 16hs na Praça e, 10, 15 e 20 horas no Centro Cultural.
Os ingressos custam R$ 2,00 / 1,00, sendo reservado previamente 50% das vagas gratuitamente para estudantes de escola pública.
Parabens Plataformenses! Parabens Suburbio Ferroviário!
As apresentações acontecerão na Praça São Brás e no Centro Cultural Plataforma, as 16hs na Praça e, 10, 15 e 20 horas no Centro Cultural.
Os ingressos custam R$ 2,00 / 1,00, sendo reservado previamente 50% das vagas gratuitamente para estudantes de escola pública.
Parabens Plataformenses! Parabens Suburbio Ferroviário!
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quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Rede suburbioemfoco© Agradece
Quando em 2008 comecei a criar o que hoje chamo de Rede SuburbioEmFoco©, pensei numa espécie de 'fórceps' multimidia para sermos vistos - e ouvidos. Na net não havia nenhum site além dos governamentais que falassem de como nós nos sentiamos.Era tudo muito sintético, algo muito enquadrado em linguagens 'oficiais'. Em 18 de julho de 2008, o site, o blog, o Youtube, o scribd entre outras páginas foi ao ar. A intenção era listar todos os nossos artistas, todos os nossos eventos, nossas cores, nosso povo, sem que isso custasse sequer 1 centavo. Acreditem ou não, ainda não terminei a pesquisa sobre as revoluções dos povos suburbanos no passado: o que encontrei foi muito pouco para a grandiosidade de nossa história! A maior parte do pouco que tenho, foi garimpado - pasme ! - em páginas estrangeiras.
Em Maio do ano corrente, o Blog Suburbioemfoco© foi descaradamente plagiado em sua marca e em seu principal e-mail; ele já contava com quase 8 mil acessos - um recorde para 5 meses no ar! Imediatamente após as providencias tomadas - as mínimas, porque o máximo significaria um processo para o apropriador ilegal do Copyright; lancei mais dois nomes: suburbioenfoco© e suburbionofoco©.
O Canal do Youtube ficou prejudicado pelo e-mail plagiado, mas continua no ar;
A 'menina dos olhos' agora se tornou o Scribd suburbioemfoco©, onde é publicado documentos;
Esses dias enquanto a companhia de telefones resolvia a questão do 'sumiço' da fiação, aproveitei para escrever e postar algumas pesquisas que julgo interessantes. Vá ver.
Em julho a Rede completou 1 aninho - com a contagem de mais de 100 mil acessos e 1500 downloads!
Agradeço a todos que acreditaram e confiaram na minha força de trabalho. Entretanto, nada da Rede SF© é feito apenas por mim: Agradeço aos colegas professores, Ativistas, Movimentos Sociais
Artistas, Publishers, Radialistas...É muita gente auxiliando a trazer pro Suburbio Ferroviário assuntos que antes não chegavam até a Baixa do Fiscal. Não trabalho por dinheiro: nenhuma das páginas SF possuem adsense ou alguma coisa que renda por visita ou cliques.
Respeito todos os créditos do que me é enviado, respeito todos os Copyrights.
Peço desculpas se tive um comportamento tido como 'tosco' por não publicar determinados anúncios; como Educador, tenho que ter a consciencia política de trazer à net o que julgo importante para a construção de um ser humano politizado - não capacho ou 'comedor de pilhas' - Risos.
A EDUCAÇÃO é TUDO! Se voce conhece as leis, se voce tem noção de que VOCE é quem paga TODAS as contas - VOCE saberá EXIGIR o retorno devido.
Obrigado por me entender.
Em Maio do ano corrente, o Blog Suburbioemfoco© foi descaradamente plagiado em sua marca e em seu principal e-mail; ele já contava com quase 8 mil acessos - um recorde para 5 meses no ar! Imediatamente após as providencias tomadas - as mínimas, porque o máximo significaria um processo para o apropriador ilegal do Copyright; lancei mais dois nomes: suburbioenfoco© e suburbionofoco©.
O Canal do Youtube ficou prejudicado pelo e-mail plagiado, mas continua no ar;
A 'menina dos olhos' agora se tornou o Scribd suburbioemfoco©, onde é publicado documentos;
Esses dias enquanto a companhia de telefones resolvia a questão do 'sumiço' da fiação, aproveitei para escrever e postar algumas pesquisas que julgo interessantes. Vá ver.
Em julho a Rede completou 1 aninho - com a contagem de mais de 100 mil acessos e 1500 downloads!
Agradeço a todos que acreditaram e confiaram na minha força de trabalho. Entretanto, nada da Rede SF© é feito apenas por mim: Agradeço aos colegas professores, Ativistas, Movimentos Sociais
Artistas, Publishers, Radialistas...É muita gente auxiliando a trazer pro Suburbio Ferroviário assuntos que antes não chegavam até a Baixa do Fiscal. Não trabalho por dinheiro: nenhuma das páginas SF possuem adsense ou alguma coisa que renda por visita ou cliques.
Respeito todos os créditos do que me é enviado, respeito todos os Copyrights.
Peço desculpas se tive um comportamento tido como 'tosco' por não publicar determinados anúncios; como Educador, tenho que ter a consciencia política de trazer à net o que julgo importante para a construção de um ser humano politizado - não capacho ou 'comedor de pilhas' - Risos.
A EDUCAÇÃO é TUDO! Se voce conhece as leis, se voce tem noção de que VOCE é quem paga TODAS as contas - VOCE saberá EXIGIR o retorno devido.
Obrigado por me entender.
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Vaga Consultor Pesca
A Universidade Federal da Bahia - UFBA seleciona 01 Consultor(a) de Gênero, para um período de três meses, que possuam interesse em
desenvolver trabalhos sobre as temáticas de gênero e trabalho em comunidades pesqueira na região do Baixo Sul da Bahia e que,
preferencialmente, tenham experiência nesta área.
Entrega de currículo no Instituto de Biologia / Laboratório ECOMAR – 3283-6569, ou por e-mail: natylord@hotmail.com
angelica@ufba.br, até 16/09/09
Entrevista 17/ 09/ 09 – quinta-feira (na sede do ECOMAR / Instituto de Biologia / UFBA – horário: 14 às 18h00)
Resultado Final (18/ 09/ 09 – divulgação por e-mail e telefone)
Informações - ECOMAR / Instituto de Biologia – www.marsol.ufba.br
desenvolver trabalhos sobre as temáticas de gênero e trabalho em comunidades pesqueira na região do Baixo Sul da Bahia e que,
preferencialmente, tenham experiência nesta área.
Entrega de currículo no Instituto de Biologia / Laboratório ECOMAR – 3283-6569, ou por e-mail: natylord@hotmail.com
angelica@ufba.br, até 16/09/09
Entrevista 17/ 09/ 09 – quinta-feira (na sede do ECOMAR / Instituto de Biologia / UFBA – horário: 14 às 18h00)
Resultado Final (18/ 09/ 09 – divulgação por e-mail e telefone)
Informações - ECOMAR / Instituto de Biologia – www.marsol.ufba.br
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